domingo, 13 de setembro de 2009

Aos pedaços

Vasos com mil vasos
São
Trocentos pedaços.
Trucidados e sem flores,
São
Sempre sem amores.
Com flores
São sem dores.
Sem amores, nunca há flores.

Não entregue também

Masturbe sua mente em corpo enquanto limpo minh'alma que de asco pasma cada vez menos e gela cada vez mais.

Escrita não entregue

Do balanço faço confidente,
o amigo fiel, de uma garota carente.
E cada grão de areia que abaixo dele está,
pôde absorver lágrimas que caíram de um triste olhar.
Olhar triste de um coração quente
que tenta não mais sonhar.
Se amanhã eu não acordar,
não precisa me chamar,
foram lágrimas de um pranto
que celaram meu olhar.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Esquisitofrenia

Acho que não sou esquisofrênica mas vejo pessoas e ouço coisas que custo a acreditar que existam!

Obs.: Existir segundo Descartes.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"Doubts"

Porque dói mais ser chamado de hipócrita do que falso?


"Resp": A instrução de quem o chama e a certeza do que é dito? (tsc tsc)

Ironia

Engenharia é uma espécie de sadismo disfarçada.
A matemática e a estatística nem se deram ao luxo de se disfarçarem.

Apresentação

Olá caros curiosos!
Resolvi criar este blog para postar alguns desabafos e frases que passam pela cabeça que ás vezes sinto que deveria registrar. Como minha memória é péssima e, para "melhorar", sou dotada de certa desorganização, o blog se tornou o meio mais simples para se fazer tal registro.
O endereço um tanto quanto aleatório deste blog é uma paródia ao blog do Filippe. O Fi/PPE fez alusão à crônica do Veríssimo, O Grande Edgar, que ele e o Habibs encenaram em uma de nossas peças de teatro (Grupo ACASO), a "Verissímil". Na mesma peça, junto com o Marcus, encenei O Lixo, logo..
Além da paródia, o lixo é algo que está no nosso dia a dia. A partir dos anos 90, que é quando eu posso dizer que comecei a ter consciência do ser e sociedade, tenho visto abordagens deste tema, seja diretamente ou seja através da poluição visual, verbal, que respiramos ou injetamos.
Enfim... "Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros ... É a nossa parte mais social".